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__________Liliana Azevedo | 27 anos | Assistente de Bordo | Mãe de primeira viagem de uma linda babygirl chamada Mia __________ Blog de Maternidade e Lifestyle | Dúvidas | Escolhas | Opiniões | Partilha

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04.10.20

Os peludos cá de casa


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Hoje vou apresentar os membros peludos da família

(E não estou a falar daquele tio em segundo grau que parece o Tony Ramos) 

 

Estávamos quase a fazer um ano de casados quando decidimos adotar um cão. Disse ao Diogo que ia ao CROAC aqui da zona perceber como funcionavam as adoções e não demorou muito para lhe enviar fotografia de duas cadelas lindas que estavam por lá à espera de uma família. 

Completamente diferentes.

A branca, com apenas 3 semanas, tinha sido largada à porta da instituição. Do tamanho de um 🐹 tinha uma energia contagiante e só queria brincar. 

A castanha, com apenas 3 meses, tinha sido atacada pelos cães mais velhos e estava num espaço sozinha. Ao contrário de todos os outros não veio ter comigo e tremeu o tempo todo que esteve ao meu colo. 

Perguntei por mensagem: " Qual levo?" A resposta, tal como sempre que lhe peço para tomar decisões, foi: "Traz as duas". 

O que ele não esperava é que eu realmente o fizesse. 

A Molly espevitada sempre teve dificuldade em perceber limites. A Meggie, pelo contrário, demorou duas semanas a sair debaixo da mesa da sala e muito mais tempo a confiar em nós. 

Se a chegada de um Bebé é um reboliço para os pais, mesmo com 9 meses de aviso, imaginem para os nossos amigos de quatro patas. 

Tentamos ao máximo respeitar as rotinas delas, trazer roupa da bebé, deixá-las cheirar... Mas não brincamos tanto, o nosso colo está ocupado e tudo cheira diferente. Inicialmente elas ignoraram. Saiam do quarto assim que ela acordava. 

Agora, 4 meses depois, a Molly quer estar com ela a todos os instantes e passamos os dias a impor limites. Molly pára, Molly tantos beijinhos não, Molly cuidado com a cauda, Molly esse brinquedo é da bebé. 

A Meggie é protetora, gosta de estar por perto, mas longe. É a primeira a levantar-se quando a ouve chorar, mas não entra no quarto sem autorização. Vai cheirar os pés mas se as mãos se estão a mexer muito muda de ideias e vai para outro sítio.

Por aqui tentamos ter todos os cuidados possíveis para proteger as três. Chegará o dia em que vamos ter que dizer: "Mia larga. Mia menos força. Mia esse brinquedo não é teu".

Mas acreditamos que se vão amar muito. E aprender também. ❤️🐾